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COIAB realiza atividades de monitoramento territorial e recuperação florestal na Comunidade Umariaçu, no Alto Solimões

Foto: Rede de Comunicação COIAB A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) esteve presente na Comunidade Magüt...

Foto: Rede de Comunicação COIAB

A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) esteve presente na Comunidade Magüta Umariaçu I, localizada na Terra Indígena Umariaçu, no município de Tabatinga, realizando uma série de atividades voltadas ao fortalecimento da gestão territorial e ambiental indígena. As ações fazem parte do projeto “Nüna Tadaugü Torü Nainecü na Maüca e Naporaüca Torü Tacümagü”, desenvolvido no âmbito do programa Floresta+ Amazônia.

Foto: Rede de Comunicação COIAB

As atividades foram conduzidas pela Gerência de Monitoramento Territorial Indígena (Gemti), representada pela técnica Juliana Holanda. Durante a visita à comunidade, foram realizadas ações de mapeamento de áreas de madeira e do território da aldeia, além do levantamento e contagem das mudas produzidas no viveiro florestal comunitário e das mudas já plantadas em áreas destinadas à recuperação florestal. Essas iniciativas contribuem para fortalecer o controle territorial, apoiar a restauração ambiental e valorizar o protagonismo das comunidades indígenas na proteção da floresta.

Foto: Rede de Comunicação COIAB

A COIAB atua como parceira implementadora do programa Floresta+ Amazônia na modalidade Comunidades, iniciativa coordenada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, com apoio financeiro do Green Climate Fund. O projeto busca incentivar práticas sustentáveis, fortalecer a gestão territorial indígena e contribuir para a conservação da Amazônia por meio da valorização dos conhecimentos tradicionais e da participação direta das comunidades locais.

Foto: Rede de Comunicação COIAB

A realização dessas atividades também evidencia a importância dos processos de formação e capacitação das comunidades indígenas para o fortalecimento da gestão territorial e ambiental. Por meio das oficinas práticas de mapeamento, monitoramento de recursos florestais e manejo de viveiros, os participantes ampliam seus conhecimentos técnicos e fortalecem a autonomia comunitária na proteção do território. Esse processo formativo contribui para integrar saberes tradicionais com ferramentas de monitoramento e planejamento ambiental, permitindo que as próprias comunidades atuem de forma mais qualificada na conservação da floresta, na recuperação de áreas degradadas e na vigilância de seus territórios. Além disso, a formação fortalece o protagonismo indígena nas iniciativas de sustentabilidade e nas políticas de enfrentamento às mudanças climáticas, alinhadas às diretrizes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e do apoio do Green Climate Fund.

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